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Curtição

Não, não é da boa curtição que falo.

Lembro-me, em criança, da alegria associada a uma oferta de um belo pacote de batatas fritas.
Era coisa rara apanhar tal iguaria.

Não era como hoje, em que o pacote de ar batatas é coisa corriqueira e menosprezada, assumida como um desenrasque numa refeição ou snack. Não senhor!
Mas não tenho saudades de tudo...

A foto não é minha, mas podia ser (excepto a parte do aparelho).
Era o tributo a pagar quando se tinha acesso a essa delicatessen em forma de fichas de casino douradas: um bom par de horas com os lábios completamente curtidos e estalados!
A coisa repuxava de tal maneira que se, tivesse rugas, desapareceriam.

Puxando pela lembrança, é incrível a quantidade de sal que as coisas tinham. E não apenas o sal, também o açúcar!

Diz-me uma ex-teenager: "Não sei como é que comiam essas coisas, nomeadamente as que tinham muito açúcar, e não eram gordos!"

Pois não, não eramos. Se calhar aquele paleio da actividade física  - e o "brincar" era físico q.b. - tem razão de ser.

E aposto que tinha glúten. Bués!


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