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Ninguém manda em mim

Naturalmente simpatizo com o conceito geral do feminismo e power to the women, amigos! Mas há alguns particulares que me irritam um bocadinho.

O objetivo geral do feminismo é criar condições de igualdade de direitos entre géneros, certo? Então porque raios se discutem argumentos sem jeito nenhum? Argumentos que nem sequer me fazem sair do sofá, quanto mais começar uma guerra. Principalmente argumentos linguísticos que só arranjam sentido (mais ou menos, vá) numa língua.


Posto isto, é difícil não fazer a comparação com a novilíngua do 1984. Eliminar palavras para eliminar conceitos e ficarmos reféns de uma igualdade que alguém escolheu para todos.

Não tenho interesse nenhum em ser igual aos homens, quero ser diferente porque sou diferente. Eu só quero poder escolher e ter direito às mesmas oportunidades. E penso que este sentimento é comum a toda a humanidade. 

E, além do mais, algumas opiniões feministas são tão castradoras como a opinião de um homem das cavernas.
 
Se eu quero depilar-me, depilo-me. Se quero maquiar-me, maquio-me. Se quero pintar o cabelo, pinto. Se não quero mudar um pneu e chamar um reboque, chamo. Se eu não quero que me ajudem a subir montes e vales, não quero mesmo.

Mais coisa havia para dizer, mas não tenho tempo.

Moral da História

Se eu não permito que um "bando" de homens me diga o fazer, também não vou permitir que um "bando" de mulheres me faça o mesmo. Tenham paciência.





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