Gosto de policiais. Gosto de ler policiais, gosto de ver séries e filmes policiais. Gosto. Mas tem que haver mortos no imediato, não gosto de desaparecidos ou raptados. Causam-me nervos e ansiedade.
Sei que, amanhã, projetos de lei para despenalizar a eutanásia vão ser votados no parlamento. Não sei o que está nesses projetos e, confesso, não sei se havia forma de o ficar a saber.
Antes de avançar, devo referir que usurpei o título da notícia publicada no Público a 18 de maio. Pronto, está assumido. Continuemos com as imagens chocantes e o tabaco.
Não sei se acontece a todos, mas comigo tem sido recorrente ao longo da vida. Peço aos estimados leitores que imaginem, por um segundo, que têm um violino, um Stradivarius, nas vossas mãos.
Sou uma pessoa que pensa nestas coisas. Não tenho culpa. E não vou sossegar enquanto não descobrir, não quero ser a culpada causar qualquer transtorno.
Não sei se é pela idade ou se é defeito de quem trabalha na área hospitalar. Sei que estou cada vez mais “nojentinha”. E este defeito ou feitio, depende do ponto de vista, mata-me a espontaneidade.
Não foi bem assim, mas quase. Vindo do Serviço de Informática sabe Deus de onde, surge-me um vulto no meu gabinete: "Pode acompanhar-me até à Informática" com o ar mais sério do mundo.
Não sei se é inevitável, mas bate sempre qualquer coisa cá dentro quando atributos que foram consideradas virtudes, durante séculos, perdem esse carácter.
Não bastava a Escola da Vida, também tinha que ser criada a Universidade da Vida. Eu sei, eu sei, no fundo, o povo gosta é de ser doutor ou engenheiro.